| Sobre a Ilha Grande |
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Se o paraíso existe em algum outro lugar, seu clone está aqui. São quilômetros de praias selvagens, contornadas de mares que vão do azul mais cristalino ao verde mais profundo. Trilhas contornam a história da ilha, alvo da antiga cobiça de piratas e, hoje, de turistas, que invadem a simplicidade explícita dos hábitos de uma vida rústica e saudável, defendida por seus habitantes. Cachoeiras despencam das matas e refrescam as "Memórias do Cárcere", temidas pelos presos políticos. A região de mares, matas, montanhas, enseadas, picos e antigas batalhas, trava hoje um acordo de paz e preservação com os visitantes, para que nada por aqui seja atingido pela destruição, decorrente da tecnologia.
Para preservar os 193 km² de pura Mata Atlântica desta costa carioca, os cuidados são muitos: contornar a ilha ou caminhar por ela, só se for a pé ou de barco, pois carro não entra. As pessoas costumam andar descalças, bem à vontade, para uma maior integração com a natureza. São 106 praias espalhadas por esse território de aventureiros e amantes da natureza, ou seja, os ecoturistas.
Se o paraíso existe em algum outro lugar, seu clone está aqui. São quilômetros de praias selvagens, contornadas de mares que vão do azul mais cristalino ao verde mais profundo. Trilhas contornam a história da ilha, alvo da antiga cobiça de piratas e, hoje, de turistas, que invadem a simplicidade explícita dos hábitos de uma vida rústica e saudável, defendida por seus habitantes. Cachoeiras despencam das matas e refrescam as "Memórias do Cárcere", temidas pelos presos políticos. A região de mares, matas, montanhas, enseadas, picos e antigas batalhas, trava hoje um acordo de paz e preservação com os visitantes, para que nada por aqui seja atingido pela destruição, decorrente da tecnologia.
Para preservar os 193 km² de pura Mata Atlântica desta costa carioca, os cuidados são muitos: contornar a ilha ou caminhar por ela, só se for a pé ou de barco, pois carro não entra. As pessoas costumam andar descalças, bem à vontade, para uma maior integração com a natureza. São 106 praias espalhadas por esse território de aventureiros e amantes da natureza, ou seja, os ecoturistas.
A reserva, um cartão postal fincado na ilha, já foi cenário de muitos comerciais onde aparecem praias desertas.
Do outro lado da Ilha Grande, na Baía de Angra dos Reis, a Praia da Feiticeira é uma das mais sedutoras, com uma faixa estreita de areia clara e muita amendoeiras. Além da praia exuberante, depois de uma pequena caminhada, chegamos em uma bela queda d'água de 15 m de altura, a Cachoeira da Feiticeira, com piscina e escorregador naturais.
Um dos maiores desbundes da ilha é a Lagoa Azul, um pedaço de mar cercado de ilhas e corais por todos os lados. Depois que o seu queixo cair, olhe para baixo e preste atenção nos cardumes coloridos e na transparência das águas, é impressionante!
Deste mirante fabuloso você vai observar a exuberância desta ilha, que é doze vezes maior que Fernando de Noronha.
Mais ao longe, passeie com os olhos pela Baía de Ilha Grande e pela Restinga de Marambaia para se despedir desse paraíso, cenário de dores, revoltas e ataques piratas, mas também palco de uma obra prima da nossa literatura.
Quem caminha por essas matas e atravessa as águas calmas de Ilha Grande, não imagina que durante os séculos 16 até 19 ela foi palco dos maiores naufrágios do mundo, procurada, até hoje, por centenas de mergulhadores.
Descortinando a história, esquecendo as revoltas das prisões políticas e os ataques dos portugueses e piratas, encontramos um pedaço de paraíso, uma calmaria incomparável, num tranqüilo mix de mares, animais silvestres, pés no chão e pulmões estufados, assim como peitos inchados de orgulho, por fazer parte dessa fatia do litoral brasileiro, a Ilha Grande, gigante pela própria natureza. |